• Gabriela Evangelista

O paradoxo evolutivo

Atualizado: 12 de mai.

Como é possível enxergar unidade e ao mesmo tempo, defender a diversidade?


Essa pergunta visitou meu coração várias e várias vezes. Somos feitos na unidade e para a unidade, nos completamos em nós mesmos, somos inteiros por sermos humanos. Mas nascemos de uma junção de células sexuais diferentes que se fundem. De alguma maneira desaparecem para deixar viver uma outra realidade. Mas de alguma maneira também, elas estão lá, latentes e potentes. Somos isso.


Já falei por aqui sobre policromias e como é poderoso admitir um mundo onde cada um tem a sua própria cor e onde vamos tecendo essa rede colorida e policromática para desvendar a nossa própria realidade, a dos outros e ao do mundo.


Admitir a unidade e abraçar a diversidade. É aí que entra a mágica da integração. Integralidade, para mim, é união, com certeza, mas é respeito também. É colocar intenção na hora de juntar as partes, mas se saber diverso, se reconhecer diverso e agir como tal. É mergulhar fundo para trazer à superfície a sua verdade e poder iluminar o mundo com seu pequenino – mas poderoso – brilho. É também aceitar sem julgamento as outras lâmpadas que brilham e se juntar na luz.


As organizações evolutivas enxergam a infinita potência de um tecido com trama trabalhada nas individualidades. Admitem, permitem, acolhem para depois integrar. Assim, elas se tornam poderosas no sentido transformador. Elas percebem que somos inteiros, não nos falta nada. Porém, quando nos conectamos, a soma é exponencial, não matemática, imprevisível e infinitamente poderosa.


Em 2022, coloque a sua empresa na rota da revolução evolutiva. Pode contar com a gente!


Gabriela Evangelista

Publicitária, especialista em Cultura e Desenvolvimento Organizacional, Diretora e Designer Instrucional na Escola Humana de Vida e Negócios.