Colaboratividade, quando um mais um é mais que dois

Já dizia Aristóteles que “o todo é maior que a soma das partes”.

Seguindo esse raciocínio, quando indivíduos se unem com o propósito comum de solucionar um problema ou atingir um objetivo, podemos potencializar os resultados pois dessa forma, se bem organizados e coordenados, cada um pode executar a função que tem mais competência e/ou habilidade.

Um bom exemplo de onde isso acontece de forma positiva é em nosso corpo, cada célula que compõe nossos tecidos tem uma função, uma estrutura e uma peculiaridade que somente assim nossa anatomia, fisiologia e metabolismo pode garantir que estejamos vivos e saudáveis.

Da mesma forma acontece em outros ecossistemas e nas empresas, os elementos compõem aquela “organização” têm uma responsabilidade individual e coletiva.

Se alguém perde, ninguém ganha

Há um grande equívoco quando olhamos para a competição como um vilão ou como um movimento contrário à colaboração.

Será possível ser colaborativo e competitivo, focar no individual e no coletivo, atuar no micro e no macro?

Talvez seja desafiador e até pode parecer loucura, mas é possível, usando criatividade, inovação e liberdade.

É como em uma corrida de revezamento, onde o bastão é passado para o próximo corredor e o sucesso da equipe só acontece se cada um, individualmente, for rápido o suficiente para entregar o bastão para o próximo corredor e este fizer o mesmo na sequência.

Podemos também nos inspirar na vida, na natureza e no universo e começar a desconstruir algumas crenças e paradigmas que já foram válidos, porém não fazem mais sentido.

Durante muito tempo acreditamos que só estamos aqui porque fomos o espermatozóide "mais rápido" naquela corrida alucinada para chegar ao útero, quando hoje já se sabe que os "mais rápidos" morreram no meio do trajeto porque o caminho era extremamente ácido. Os "mais lentos" só conseguiram chegar ao destino, porque os primeiros estavam a serviço de algo mais grandioso que era a vida. Ou seja, havia um propósito coletivo (da espécie) que só teve sucesso porque cada um, individualmente cumpriu seu papel na jornada.

Nessa "corrida" todos ganham, embora alguns tenham ficado pelo caminho, pois a vida seguiu adiante.

Quando ninguém perde todos ganham.

A força da Vida e da natureza é intangível, tem um potencial criativo que não tem fim.

Seguimos conectados!


Flávio Oliveira

Especialista em Psicologia Transpessoal, Constelações Familiares e Organizacionais, Facilitador de Grupos de Autoconhecimento para Homens e Pais, Multiplicador da Ciência do Início da Vida e das 5 Leis Biológicas e e Professor da Escola Humana de Vida e Negócios.



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